Uma reunião do Consórcio 161, realizada em 18 de julho de 2026, incluiu a exibição de um vídeo sobre as capacidades e limitações da inteligência artificial (IA). A oradora Svetlana Makarova destacou cinco áreas em que os humanos se distinguem da IA: experiências, inspiração para sonhos, acuidade social e leitura de emoções, coragem emocional, imaginação e memórias.
O vídeo questionou se a IA pode produzir arte genuína, argumentando que, embora possa reproduzir obras, a arte gerada por IA pode não transmitir emoções da mesma forma que a arte humana. Exemplos como o uso de IA para rejuvenescer artistas em videoclipes e filmes foram mencionados. A discussão também abordou a crescente dificuldade em discernir textos gerados por IA, com ferramentas de deteção a serem desenvolvidas e jornais a debaterem a aceitação de tais conteúdos.




