A Juventude do Chega-Madeira criticou a política do Governo Regional para o sector primário, acusando-o de ter enfraquecido a área e de manter agricultores e pescadores numa situação de dependência dos apoios públicos.
A estrutura defende que as políticas públicas devem focar-se em criar condições para que os produtores possam investir e modernizar as suas atividades, visando a sua autonomia económica.
Segundo a organização, a Madeira deveria ter como objetivo estratégico o reforço da sua capacidade de produção alimentar e a redução da dependência externa, tratando os seus agricultores e pescadores como um setor estratégico.