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Sociedade · Funchal · 7 de agosto de 2026

Luso-venezuelanos enfrentam desafios de equivalência, banca e burocracia na integração

A Festa Luso-Venezuelana em Ribeira Brava abordou os desafios da integração, incluindo equivalências académicas, acesso a serviços bancários e burocracia.

Luso-venezuelanos enfrentam desafios de equivalência, banca e burocracia na integração

A conferência 'Viver entre dois países: Direitos, Apoios e Soluções', que marcou o início da Festa Luso-Venezuelana na Ribeira Brava, serviu como um espaço para reflexão e procura de soluções para os desafios enfrentados pela comunidade luso-venezuelana.

Jorge Santos, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, expressou solidariedade com a Venezuela e destacou a importância de ouvir e orientar os recém-chegados. Nancy Gomes, professora doutorada, abordou as dificuldades na obtenção de equivalências académicas, enquanto Alexandre Gonçalves, do ABANCA, discutiu as complexidades bancárias devido ao estatuto de risco da Venezuela e a importância das ferramentas digitais.

Susana Rodrigues, vice-presidente da VENECOM, enfatizou que a integração exige tempo e que cada emigrante traz consigo uma história. A burocracia foi apontada como um dos principais obstáculos, apesar das qualificações e capacidade financeira de muitos luso-venezuelanos.

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