Portugal poderá perder cerca de 40% das receitas comerciais com a eventual saída de Cristiano Ronaldo da Seleção Nacional, uma possibilidade já apresentada por alguns como prova da dimensão única do capitão.
O texto de opinião publicado pelo Funchal Notícias sublinha que os patrocinadores procuram sobretudo retorno, visibilidade e audiências, e que o valor comercial de um jogador não equivale ao valor desportivo ou institucional da Seleção.
Segundo a mesma fonte, a Federação Portuguesa de Futebol tem contratos assegurados até 2030, pelo que a saída de Ronaldo não deverá provocar um colapso imediato das receitas, embora a sua ausência possa deixar marcas.