Cerca de 20,5% da população da Madeira esteve em risco de pobreza ou exclusão social em 2025, o equivalente a uma em cada cinco pessoas. Este valor representa uma queda de 2,4 pontos percentuais em relação aos 22,9% registados em 2024, aproximando-se da média nacional de 18,6%.
O relatório da EAPN Portugal "Pobreza e Exclusão Social em Portugal 2026" revela também que a taxa de pobreza monetária caiu de 19,1% para 16,6%. A desigualdade de rendimentos diminuiu, com o coeficiente de Gini a descer de 31,1% para 29,5%.
As transferências sociais, excluindo pensões, reduziram o risco de pobreza na Madeira em 33,6%, a maior redução proporcional entre as regiões de Portugal. Contudo, a proporção de pessoas em agregados familiares com intensidade de trabalho muito baixa aumentou de 5,6% para 6,2%, um indicador que justifica monitorização.
