Apesar da cobertura total anunciada pelo Serviço Regional de Saúde da Madeira (SESARAM), aproximadamente 15% dos atendimentos presenciais nos centros de saúde da ilha foram realizados por médicos que não são o médico de família habitual dos pacientes.
Esta situação resultou em cerca de 40 mil consultas realizadas por clínicos substitutos ou outros profissionais, levantando questões sobre a continuidade dos cuidados e a gestão dos recursos humanos na saúde regional.




