A autonomia regional na gestão de recursos, especificamente no contexto da Triagem de Manchester, tem sido um tema de debate.
Esta discussão incide sobre a capacidade de tomada de decisão independente em áreas cruciais, levantando questões sobre a eficiência e a adequação das atuais estruturas de gestão.
As implicações desta autonomia para a ilha e a sua relação com as entidades centrais são um ponto central nas conversações em curso.
