O vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, Carlos Rodrigues, apresentou um diagnóstico sobre a mobilidade na cidade, afirmando que 50% dos problemas resultam da falta de civismo, como estacionamento indevido e desrespeito pelas regras.
A outra metade dos problemas é atribuída a fatores estruturais acumulados ao longo de décadas, incluindo a orografia da cidade, a concentração de serviços, a baixa utilização de transportes públicos, a pressão turística e a sobreposição de jurisdições entre entidades.
Para responder a estes desafios, a autarquia planeia um novo Plano de Mobilidade Urbana Sustentável, reforçar a fiscalização com a possível criação de uma Polícia Municipal e melhorar a articulação com operadores de transporte e empresas privadas. A resolução dos problemas de mobilidade é vista como um esforço conjunto entre instituições, operadores e a população.