O CDS-PP Madeira manifestou apoio à proposta de redução da taxa geral do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) para 12,6% na região.
Esta posição, alinhada com o parceiro de coligação PSD-Madeira, está condicionada à eventual descida da taxa nacional de 19% para 18% pelo Governo da República em 2027. A intenção centrista é manter uma diferença fiscal de 30% em relação ao continente, vista como um instrumento para compensar os custos inerentes à insularidade e ultraperiferia.
João Pedro Sousa, conselheiro nacional do CDS, argumentou que a fiscalidade regional deve ser uma ferramenta de política económica para impulsionar o investimento, a contratação e o aumento de salários, promovendo um crescimento sustentado e a criação de emprego qualificado.
O partido defende ainda a manutenção e aprofundamento da fiscalidade favorável para a costa Norte e Porto Santo, com uma taxa de IRC de 8,75%, como forma de atrair empresas e combater a desertificação nestes territórios.