O partido Chega (CH) apresentou um requerimento na Assembleia da República para convocar o Ministro das Infraestruturas e Habitação para uma audição parlamentar.
A iniciativa visa obter esclarecimentos sobre os termos da privatização parcial da TAP e a entrada da Lufthansa no capital da companhia aérea, com o CH a defender que a participação de um grupo estrangeiro não deve comprometer os interesses estratégicos nacionais.
O deputado madeirense Francisco Gomes, citado pelo partido, afirmou que a TAP é uma companhia estratégica para Portugal, as regiões autónomas e a diáspora, e que o Governo deve garantir a proteção dos interesses nacionais. O CH estabeleceu cinco condições consideradas fundamentais: manutenção das ligações às comunidades portuguesas, salvaguarda das rotas para a Madeira e Açores, preservação dos postos de trabalho, continuidade do centro operacional em Lisboa e manutenção do português como língua oficial da TAP.