A decisão de colocar a suspensão automática do jogador Folarin Balogun em "regime probatório" durante o Mundial 2026 tem gerado controvérsia. Após ter sido expulso num jogo crucial, a pena foi suspensa na prática, permitindo a sua participação em jogos subsequentes.
Relatos indicam que a Casa Branca terá contactado o presidente da FIFA para "pedir uma revisão" da decisão. O agradecimento público posterior do presidente dos Estados Unidos pela disponibilidade do jogador intensificou as suspeitas de interferência política. A FIFA defende que a decisão foi tomada por um comité independente, mas a cronologia dos eventos – expulsão, pressão externa noticiada, suspensão revista e aplauso presidencial – levanta dúvidas sobre a integridade do processo desportivo.
Este incidente levanta questões sobre a resistência das instituições do futebol à influência de poderes políticos. A perceção pública de que as decisões podem ser influenciadas por corredores de poder, em vez de regras claras, prejudica a imagem do desporto, mesmo que juridicamente tudo esteja em conformidade.




