O Presidente do Governo Regional da Madeira afirmou que a privatização da TAP não deve colocar em causa as ligações aéreas entre a ilha e o continente, nem com os Açores.
Segundo o chefe do executivo madeirense, o Estado tem a responsabilidade de assegurar o cumprimento das obrigações de serviço público e da continuidade territorial, mesmo com a entrada de um novo acionista na companhia aérea.
A posição surge na sequência da seleção da Lufthansa pelo Governo da República para adquirir até 49,9% do capital da TAP, num processo que ainda aguarda negociação final e autorizações regulatórias.