O debate sobre a justiça no sistema de avaliação dos alunos ganhou força devido à combinação de novas ferramentas de correção, processos digitalizados e um regime de revisão de provas pago.
A narrativa oficial defende que "nenhum aluno será prejudicado", mas a prática revela que apenas estudantes com notas baixas pagam para rever as provas, enquanto os com notas altas permanecem intocáveis.
Este modelo introduz uma barreira económica à justiça educacional, pois a revisão de provas, essencial para corrigir erros, está sujeita ao pagamento de uma taxa, limitando o acesso a quem tem capacidade financeira.




