A Juventude CHEGA-Madeira acusou o Governo Regional de estar a "comprometer o futuro" dos jovens madeirenses. A organização alega que o acesso a oportunidades profissionais e institucionais é condicionado pela proximidade ao poder político, em vez do mérito e das qualificações.
Renata Rocha, coordenadora da estrutura, considerou "profundamente condenável" que os jovens sintam que "o cartão partidário, o sobrenome da família ou uma cunha" possam ter mais peso do que o esforço e as competências. A organização sustenta que esta realidade contribui para o desânimo e a saída de jovens qualificados da Região.
Henrique Mota, também coordenador, defendeu que "as oportunidades não podem depender da cor política de cada um". A Juventude CHEGA-Madeira criticou ainda o que classificou como uma relação "oportunista" do Executivo com os jovens, acusando o Governo de apenas lhes dar atenção em períodos de mobilização política.