A Juventude do Chega-Madeira criticou este sábado o Governo da República pelo atraso na plena implementação do novo Mecanismo de Continuidade Territorial. A estrutura considera a situação um obstáculo financeiro para jovens e famílias da Região, que continuam obrigados a adiantar o valor total das passagens aéreas para viajar para o continente.
Segundo a organização, as alterações aprovadas na Assembleia da República visam eliminar o limite máximo ao custo elegível das viagens e permitir o pagamento direto apenas do valor fixo nas agências, sem necessidade de aguardar reembolso. A Juventude do Chega-Madeira defende que a mobilidade é um direito essencial e que a insularidade não deve ser tratada como uma penalização.
"Um madeirense não deve precisar de ter fortunas para exercer o seu direito à mobilidade", afirmou a coordenadora Renata Rocha, sublinhando que o governo tem de executar as alterações "conquistadas no parlamento". A organização exige a rápida conclusão do processo pelo executivo nacional.