O Funchal acolheu a Marcha do Orgulho LGBTQIA+, que partiu do Largo do Município e terminou na Assembleia Legislativa da Madeira. O evento, organizado pelo Madeira Pride, visou a reivindicação, visibilidade e defesa dos direitos das pessoas LGBTQIA+.
Apesar do calor, a organização considerou a adesão satisfatória, com cerca de cinquenta participantes. Paulo Spínola, responsável pelo Madeira Pride, destacou a marcha como um momento "reivindicativo" para alertar sobre a persistência da discriminação e a necessidade de apoio contínuo às associações.
Spínola alertou para discursos de ódio e movimentos que incentivam a violência contra minorias, sublinhando que os direitos conquistados não são garantidos para sempre. A iniciativa procurou dar visibilidade à discriminação ainda existente e apelou a um trabalho diário para que ninguém seja deixado para trás. Foi também salientada a necessidade de mais apoios, tanto empresariais como públicos, para reforçar os recursos humanos das associações.