O deputado não inscrito Miguel Castro defende uma maior utilização do conhecimento científico e da tecnologia na proteção das árvores e na gestão sustentável do território.
A sua posição surge após a participação na IV Conferência ECOS Machico, que abordou os desafios e oportunidades da tecnologia e inteligência artificial no território. A conferência destacou os benefícios das árvores urbanas e o papel da informação geográfica e novas tecnologias na gestão territorial e florestal.
Castro sublinha a importância de articular dados científicos com o conhecimento prático do terreno, considerando fatores como zonas de sombra junto a escolas e o conforto em espaços públicos.
O parlamentar expressou preocupação com os pinheiros a secar em Porto Santo, questionando as causas, planos de recuperação e gestão de material vegetal morto antes de reflorestação.
Também levantou questões sobre a arborização do centro de Vila Baleira, após o corte de palmeiras, querendo saber se existe um plano e quais as espécies adequadas para Porto Santo.
Miguel Castro considera que a recuperação florestal e a arborização urbana exigem abordagens distintas, baseadas em avaliação técnica. Propõe uma iniciativa parlamentar para reforçar a inventariação, monitorização e valorização do arvoredo urbano na Madeira e Porto Santo.

