A Conferência de Representantes dos Partidos definiu as condições de intervenção do deputado independente Miguel Castro no plenário da Assembleia Legislativa da Madeira.
Castro, ex-líder do Chega, terá tempos de intervenção equiparados aos de deputados únicos, como Sara Madalena (CDS) e Gonçalo Maia Camelo (IL). Adicionalmente, integrará a 3ª Comissão Especializada de Ambiente, Clima e Recursos Naturais, com a saída do CH desta comissão.
O deputado independente também terá um espaço de trabalho próprio. A sua saída do Chega resulta na redução do grupo parlamentar para dois elementos, o que acarreta uma diminuição nas subvenções parlamentares, estimada em mais de 71 mil euros anuais. O deputado não receberá subvenção individual, pois a lei orgânica não prevê essa situação para deputados independentes.