O Ministro da Administração Interna, Luís Neves, convocou uma conferência de imprensa para abordar as alegadas irregularidades relacionadas com pagamentos e documentação contabilística.
Neves procurou explicar a situação, enquadrando-a numa relação de confiança e negando qualquer intenção de ilegalidade. No entanto, a ausência de faturas e recibos imediatos, juntamente com a ênfase na confiança, não dissipou as dúvidas sobre a transparência e a formalização das despesas.
Jornalistas insistiram na necessidade de comprovativos documentais para verificar a origem, valor e natureza dos pagamentos. A conferência, vista como uma gestão de crise, procurou controlar a narrativa, mas a perceção final foi de que a explicação política foi insuficiente sem o suporte documental exigido.




