A Nova Direita (ND) criticou veementemente a Juventude do CDS por apresentar a recente descida do desemprego na Madeira como um grande feito político. Paulo Azevedo, da ND, afirmou que "não basta anunciar números; é preciso dizer aos madeirenses como esses números são alcançados".
A organização alega que governos sucessivos têm utilizado programas temporários para retirar pessoas das listas de desemprego, sem lhes garantir estabilidade, carreira ou futuro, o que considera uma "exploração laboral" que apenas "esconde a realidade". A ND defende a criação de empregos dignos e permanentes, alertando que a Madeira precisa de soluções sustentáveis e não de "soluções precárias criadas para melhorar indicadores".
A Nova Direita promete que, ao assumir responsabilidades governativas, acabará com estes programas e criará políticas de emprego que valorizem o trabalho e a produção de riqueza, atraindo investimento e apoiando empresas para gerar emprego sustentável. A organização conclui que os madeirenses "vivem de salários, de estabilidade e de oportunidades", não de "truques estatísticos".
