A Nova Direita Madeira considera que os esclarecimentos da Vigiarte, Lda. sobre a obra na promenade do Jardim do Mar são insuficientes e exige mais explicações.
O partido reconhece que a intervenção está suspensa devido a litígios judiciais, mas questiona a falta de conclusão há vários anos. A estrutura liderada por Paulo Azevedo recorda um desmoronamento, embargo judicial em 2023 e litígio com a empreiteira, querendo saber quem assume responsabilidades.
A Nova Direita destaca que a empresa admitiu o incumprimento de prazos com o Instituto de Desenvolvimento Empresarial, levando à retirada de financiamento público. O partido pretende saber o acompanhamento das entidades públicas, prorrogações e mecanismos de fiscalização, bem como sobre estudos geotécnicos e validação de soluções técnicas. Consideram que o financiamento público justifica um escrutínio reforçado, afirmando que "dinheiro público exige responsabilidade pública".