A nova licitação para a terceira fase da obra do Hospital Central e Universitário da Madeira foi fixada em 415 milhões de euros (acrescido de IVA). Esta decisão surge após a primeira tentativa, lançada por 265 milhões de euros, não ter recebido quaisquer propostas.
O secretário regional dos Equipamentos e Infra-estruturas, Pedro Rodrigues, indicou que o procedimento será levado ao Conselho de Governo na próxima quinta-feira para formalização. Desta vez, o concurso não incluirá uma qualificação prévia das empresas. A previsão é que as propostas sejam recebidas até outubro, com a análise e visto do Tribunal de Contas a seguir, e o início da obra previsto para o início do próximo ano.
O aumento do valor em mais de 50% justifica-se pela conjuntura económica internacional, nomeadamente a instabilidade nos custos de energia e matérias-primas, e a forte dependência de equipamentos importados. A conclusão desta fase está estimada em mais três anos e meio.




