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Política · Funchal · 19 de julho de 2026

Albuquerque defende presunção de inocência perante escrutínio político

Miguel Albuquerque reitera a importância da presunção de inocência, separando investigações de provas de culpa, em resposta a questões sobre o Ministro da Administração Interna.

Albuquerque defende presunção de inocência perante escrutínio político

O Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, defendeu o princípio da presunção de inocência, sublinhando que investigações e notícias não devem ser confundidas com prova de ilegalidade.

Questionado por jornalistas à margem da Feira Agrícola da Madeira sobre a retenção de um ministro sob escrutínio político, Albuquerque evitou comentar diretamente a controvérsia em torno do Ministro da Administração Interna, Luís Neves. A polémica surge na sequência de relatórios sobre a "Operação Ab Initio", uma investigação iniciada quando Neves dirigia a Polícia Judiciária (PJ).

Albuquerque afirmou ter um princípio "adotado há muito tempo": "notícias não são condenações, nem investigações, nem acusações". Rejeitou a ideia de que "indicações" em investigações devam ser tratadas como prova, insistindo que o processo legal deve seguir o seu curso.

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