O CDS reconhece a importância da petição contra a construção em altura na Madeira, subscrita por 1.740 pessoas, mas manifesta dúvidas sobre a proposta de limitar os edifícios a um máximo de dez pisos.
Na Assembleia Legislativa da Madeira, a deputada Sara Madalena valorizou a participação cidadã e reafirmou a defesa da preservação urbanística e paisagística da Região. Contudo, questionou os critérios que sustentam o limite proposto, perguntando por que razão deveriam ser permitidos dez andares e não nove ou onze.
Madalena defendeu que a qualidade de um edifício não deve ser avaliada apenas pela altura, mas sim pela qualidade arquitetónica, ordenamento do território e integração paisagística, criticando um limite uniforme sem fundamentação técnica. O partido continuará a defender a preservação das características urbanas, rurais e paisagísticas da Madeira.