O deputado do Chega (CH) na Assembleia da República, Francisco Gomes, acusou o ministro das Infraestruturas e Mobilidade, Miguel Pinto Luz, de não ter ainda aplicado as alterações ao Subsídio Social de Mobilidade, agora designado Modelo de Continuidade Territorial.
Segundo Gomes, as alterações, que já foram aprovadas pelo parlamento e promulgadas pelo Presidente da República, continuam por implementar. Entre as medidas em falta estão a eliminação dos tetos máximos das comparticipações e a integração das agências de viagens na plataforma eletrónica.
Francisco Gomes classificou a situação como um "abuso de poder" e "uma afronta ao Estado de direito", apelando à implementação imediata das alterações, que considerou um direito fundamental dos cidadãos das regiões autónomas.




