A correção dos exames nacionais gerou um novo debate entre alunos, encarregados de educação e professores, num ano marcado pela transição para um modelo digital.
Este novo modelo levanta questões sobre a transparência do processo, a validação das provas e a capacidade de resposta dentro dos prazos estabelecidos. O Ministério da Educação assegura que a medida visa reforçar a transparência e o controlo da avaliação, permitindo aos alunos aceder às suas provas e correções.
No entanto, persistem preocupações sobre a correta associação de todas as respostas às respetivas provas e a confiança nos resultados finais. A gestão dos prazos para pedidos de reapreciação, face às alterações no calendário, também é um ponto de apreensão, especialmente em relação ao acesso ao ensino superior.




