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Ambiente · Funchal · 21 de setembro de 2026

IFCN contesta "descontextualização" de números sobre produção de plantas, mas não aborda falta de pessoal

O IFCN refuta a ideia de que a quebra na produção de plantas em 2025 signifique perda de capacidade, mas não esclarece a falta de pessoal.

IFCN contesta "descontextualização" de números sobre produção de plantas, mas não aborda falta de pessoal

O Instituto das Florestas e Conservação da Natureza (IFCN) rejeita a interpretação de que a redução na produção de plantas em 2025 represente uma diminuição da capacidade dos seus viveiros florestais. Numa resposta à notícia publicada pelo Diário de Notícias, o IFCN acusa o jornal de "descontextualização" dos números e de uma interpretação que não corresponde à realidade atual.

O Instituto defende que está em curso uma "alteração de paradigma", focada num aumento da diversidade de espécies, no reforço das plantas autóctones e na adequação da produção às necessidades de reflorestação. Apresenta dados que indicam um aumento no número de espécies produzidas, especialmente as indígenas, e uma predominância de plantas autóctones na produção atual. O IFCN também salienta que dispõe de um stock de 163 mil plantas prontas para transplante.

A nota do IFCN não aborda, contudo, as limitações de recursos humanos que o próprio Instituto tinha identificado como causa para o incumprimento das metas em 2025. Documentos anteriores indicavam que a falta de pessoal levou à afetação de trabalhadores dos viveiros para outras funções e a um número "anormalmente elevado de baixas médicas", fatores que sustentaram a notícia original sobre o decréscimo na produção.

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