Arrancou esta terça-feira no Tribunal do Funchal o julgamento de um caso de alegada burla qualificada, falsidade informática e falsificação de documento, considerado a maior fraude envolvendo o Subsídio Social de Mobilidade.
Do total de 16 arguidos, 12 estiveram presentes na primeira sessão. O grupo é alegadamente liderado por um agente de viagens do Funchal e inclui dois advogados, um inspector da PJ e um cantor.
Quatro dos arguidos optaram por prestar declarações durante o julgamento, que apura uma fraude estimada em 2,5 milhões de euros.
