O presidente do Chega/Madeira, Hugo Nunes, declarou que a saída de Miguel Castro, ex-líder regional e agora deputado independente, não enfraquece o partido, mas sim o fortalece na Madeira.
Nunes afirmou que a decisão de Castro "diz mais do próprio Miguel Castro do que do partido", acusando-o de priorizar interesses pessoais em detrimento do partido e de seguir uma "agenda pessoal". O líder madeirense classificou como "falsas" as alegações de Castro sobre a falta de contacto com o presidente nacional, André Ventura.
Miguel Castro, que liderou a estrutura regional entre 2022 e junho de 2026, alegou ter perdido a confiança política da nova direção. O Chega passa a ter dois deputados na Assembleia Legislativa da Madeira, após ter tido três.