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Ambiente · Funchal · 5 de setembro de 2026

Pinheiros-de-damara abatidos no Palácio de São Lourenço por risco estrutural

Dois pinheiros-de-damara, espécies nativas da Papua-Nova Guiné, foram abatidos no Palácio de São Lourenço no Funchal devido a risco de queda.

Dois exemplares de pinheiro-de-damara (Agathis robusta), árvores nativas da Papua-Nova Guiné introduzidas na Madeira no século XIX, foram abatidos no interior do Palácio de São Lourenço, no Funchal.

As árvores, que podiam atingir entre 30 a 50 metros de altura, apresentavam risco de queda para a Avenida Arriaga devido à falta de sustentação das raízes, colocando em perigo o património edificado. Pareceres técnicos favoráveis ao abate foram emitidos por entidades como o Instituto de Florestas.

O corte das árvores foi realizado no contexto das obras de reabilitação civil do palácio, orçadas em cerca de 2,3 milhões de euros, focadas na recuperação de coberturas e problemas estruturais. A operação decorreu em segurança.

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