Um grupo de utilizadores, familiares e cidadãos preocupados da Região Autónoma da Madeira emitiu uma carta aberta descrevendo o que considera uma situação de extrema gravidade e urgência humanitária no Serviço de Transporte de Pacientes Não Urgentes, operado pelo Serviço de Saúde da Região (SESARAM, EPE).
Os signatários alegam um colapso operacional, negligência e gestão prejudicial que impacta diretamente os residentes mais vulneráveis da Região. Segundo o comunicado, tem havido um cancelamento massivo de transportes para pacientes com mobilidade reduzida ou nula, incluindo amputados e acamados, impedindo muitos de comparecer a consultas médicas essenciais e sessões de reabilitação.
A carta aberta atribui a situação a uma frota de veículos em deterioração e à escassez de pessoal. Alega-se que metade da frota pública de ambulâncias e carrinhas do SESARAM está fora de serviço e que não há novas equipas de ambulância recrutadas há aproximadamente seis anos, sobrecarregando as equipas existentes.




