O vereador independente na Câmara Municipal do Funchal (CMF), Jorge Afonso Freitas, questionou a falta de respostas a 55 questões sobre o enquadramento e futura gestão urbanística da área do Amparo.
Freitas sublinhou a relevância da matéria para o futuro urbanístico do Funchal, exigindo esclarecimentos concretos. Ele também alertou para a necessidade de articulação com o Programa Regional de Ordenamento do Território da Madeira (PROTRAM), defendendo coerência, transparência e segurança jurídica nas decisões urbanísticas.
O vereador recordou ainda a posição passada de Miguel Albuquerque sobre o Plano de Urbanização do Tecnopolo, questionando se a situação atual não seria semelhante àquela que Albuquerque contestou. Freitas defende que o Município do Funchal deve preservar a sua capacidade de decisão sobre o seu território.